quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Caratecas de Prudente disputam o XV Campeonato Brasileiro

Equipe contará com participação de atletas de alto nível na competição

A cidade de Santa Cruz do Sul (RS) sediará de 05 a 07 de setembro, a fase final do XV Campeonato Brasileiro de Karatê, que contará com participação de 22 atletas prudentinos da equipe do Treinador Renato Franco. A primeira fase (Regional Sul) ocorreu em julho desse ano e teve participação de 33 caratecas da cidade.
Nessa etapa do campeonato, a equipe de Presidente Prudente terá no elenco atletas de alto nível, como a atual campeã brasileira Maria Eduarda Rodrigues Borgato (10) e Brenda Eduarda Sá (13) que já conquistou títulos importantes, como o Pan-Americano e o Brasileiro. Ambas atletas iniciaram no esporte com oito anos e mesmo tão novas, já tem que administar o tempo na agenda lotada. “É muito díficil, porque temos que nos dedicar aos estudos, ao Projeto Aquarela e aos treinos”, afirma Brenda. Apesar da vida corrida, se orgulham de estarem carregando o nome da cidade nacional e internacionalmente.
Para essa fase do campeonato, a expectativa de bom rendimento é grande, pois a fase de preparação tem sido mais intensa, conforme comenta o Treinador Renato: “Os treinamentos são sempre muito fortes, para deixarmos nossos atletas bem preparados pras competições”.
Nos campeonatos que são disputados fora da cidade, a equipe conta com o apoio de alguns vereadores e de empresas parceiras. Renato diz que os atletas só passam a receber algum valor em dinheiro a partir dos 14 anos, que é a idade mínima para a inscrição no programa Bolsa Atleta Federal, o atleta de alto nível recebe um patrocínio individual do governo, que varia de R$ 370,00 à R$3.100,00 mensais.
Pan-Americano
Iniciou em 25 de agosto, o campeonato Pan-Americano de Karatê, que conta com a
participação de sete caratecas prudentinos. O campeonato será sediado na cidade de Lima no Peru e tem término no próximo sábado (30/08).
Matéria produzida pelo aluno  do 6º termo de Jornalismo, Henrique Mendes, sob a supervisão da docente Flávia Arenales



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Crianças deixam de comer o que é necessário para a idade

Alimentação saudável ajuda a evitar doenças futuras
A partir dos seis meses de vida é necessário introduzir, aos poucos, alimentos sólidos e saudáveis aos bebês. Isso ajuda a prevenir doenças como diabetes, colesterol, hipertensão, cardiovasculares, entre outras. De acordo com a nutricionista, Fernanda Maria Plins Roberto Favareto, assim que a criança completar seis meses, é necessário incluir uma alimentação adequada e variada, através de papas salgadas, frutas e sucos. E com o passar do tempo é necessário acrescentar novos alimentos, para que vá conhecendo novos sabores e aprofundando o paladar.A técnica de laboratório Rafaela Ferreira dos Santos é mãe da Cecília de um ano e oito meses. Ela conta que a alimentação oferecida a filha é balanceada e de três em três horas. O café da manhã é mingau de aveia feito com leite e, depois de meia hora, um suco natural. No almoço, cada dia um legume diferente, uma carne sem gordura e cozida, arroz, caldo de feijão ou uma canja. O lanche da tarde é um suco de tomate ou beterraba. Na janta algo parecido com o almoço e antes de dormir ela ainda oferece o leite materno e água várias vezes por dia. “A Cecília adora palitinhos de cenoura cozido, brócolis, frutas e sucos, tudo natural”, afirma Rafaela.As mães muitas vezes alegam que o filho não gosta de determinado alimento. De acordo com essa afirmação, a Nutricionista orienta “Espere um tempo e ofereça novamente, faça várias tentativas que ela irá aceitar”. A mãe da Cecília relata que ela não gosta muito de jiló, uma alternativa foi cozinhar o alimento junto com o feijão, assim a criança come sem reclamar e ainda absorve todos os nutrientes do legume.Luzia de Oliveira Santana é mãe do Lucas de 12 anos, ela conta que até um ano e seis meses o filho comia frutas, legumes e carne. Depois dessa idade, só aceitava comer pão com Nutella ou com presunto e mussarela esquentado na chapa, pizza só de calabresa sem cebolas, lanche só de calabresa sem salada, carne frita na panela de pressão sem óleo. “Ele não come frutas, legumes, arroz, feijão ou macarrão. No café toma leite com chocolate, e pão com manteiga; lanche na escola e pão de queijo com refrigerante; no almoço come somente carne; a tarde come pão com presunto e mussarela ou com Nutella, ou ainda, pão de cachorro quente com calabresa frita e queijo derretido mais suco de saquinho; na janta novamente uma carne e antes de dormir toma um copo de leite com chocolate”, afirma Luzia.A nutricionista explica que uma má alimentação pode levar à doenças no futuro como a obesidade, hipertensão, diabetes entre outras. Doenças que antes eram vistas como somente de adultos, hoje são frequentes em crianças, principalmente pelo consumo exagerado de doces, refrigerantes, salgados de pacotes e frituras. Alimentos que devem ser evitados por serem chamados de “caloria vazia”, pois não contêm nenhum nutriente, somente calorias. A mãe do Lucas afirma que faz exames de sangue todo ano e que ele é super saudável “Ele não tem nem verme, é super inteligente, joga bola todos os dias, não pega nem gripe”.Já a mãe da Cecília afirma “Eu proíbo a família de oferecer doces, refrigerantes, biscoitos, pois são alimentos que ela não consome em casa, só quando ela vê uma criança comendo é que eu pego um e dou para ela. Principalmente por ter em minha família casos de diabetes e eu quero evitar isso para o futuro dela”.
Matéria produzida pela aluna  do 6º termo de Jornalismo, Helena Cararo, sob a supervisão da docente Flávia Arenales

Rivalidade Religiosa

Fanatismo
Nos dias atuais onde cada um defende seus interesses em beneficio próprio sem se importar com a opinião e o respeito alheio, as pessoas, contudo contribuem para um preconceito desenfreado perante a sociedade. Umas das discussões que sempre deu muito que falar, mas que ninguém chega a uma conclusão uniforme por pensar diferente é a religião.
Para isto, algumas opiniões foram dadas a cerca do assunto, com depoimentos de partes distintas. Podemos notar uma singela pitada de opinião no geral de cada um, mas sempre no fundo pendendo ao seu próprio parecer do que seguem. A dona de Casa Anelise Santos, que faz parte da igreja católica como ministra atuante da cidade de Primavera-SP destaca. “Creio que há sim certa rivalidade entre religiões, pessoas que acreditam 
que a religião deles é a correta, somente a forma de eles agirem é a certa. Sempre cresci observando os evangélicos querendo nos convencer dessa mudança”.
Anelise comentou ainda, “Cada um deve respeitar a crença do outro, creio na igreja que o próprio Jesus criou, e não somente em uma que está acontecendo o milagre, afinal milagres acontecem todos os dias, de dentro para fora de cada um de nós que crê em Deus independente de nossas religiões”, afirma.
Em contrapartida o estudante João Vitor, evangélico de Santo Anastácio-SP da igreja Assembleia de Deus argumentou, “Penso que o preconceito e a rivalidade nos dias de hoje existe sim, mas está bem mais sutil do que antigamente e vem perdendo força a cada dia, o que nos difere dos católicos e o que não concordamos são as adorações aos santos, imagens e esculturas. Em relação ao preconceito eu nunca sofri explicitamente, entretanto é comum ouvir sarcasmos (piadas) no meio secular, redes sociais e tvs que colocam os pastores como milionários, e afirmam que ter fé é algum tipo de alienação”.
Em meio às discussões calorosas sobre este assunto que mexem com a sociedade desde que o mundo existe. O filósofo professor da faculdade Uniesp de Presidente Prudente-SP Júlio César Gonçalves, comenta, “As religiões estão vinculadas á natureza humana (que é biológica, mas também cultural), e por isso não pode ser impedida de sua manifestação. O diálogo religioso garante a fundamentação da fé, bem como o esclarecimento de equívocos, como disse o filósofo Voltaire “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disse, mas defenderei até a morte o direito de você dize-las”.

Já para a Psicóloga Bianca Oliveira Garcia da Silva, graduada em psicologia e pós-graduada em saúde mental, comentou, a partir do momento que alguém coloca em questionamento algo que você acredita e tem como verdade,ocasiona um conflito interno e por própria defesa tende ao distanciamento daquilo que diverge do que você pensa ou acredita. “É comum o sujeito não simpatizar com ideias contraria a dele, uma vez que, para seu ego isso é desconfortante. Nesse sentido, se acaso a determinada religião prega valores diferentes daqueles que o sujeito crê, ele não participa e também não permite que ninguém adere, Sempre queremos ter razão, as pessoas se fecham numa verdade absoluta, o que se deve ter muito cuidado, pois certas doutrinas podem alienar o praticante”, afirma.
Matéria produzida pelo aluno  do 6º termo de Jornalismo, Anderson Silva, sob a supervisão da docente Flávia Arenales

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Cirurgia bariátrica agora pelo SUS

Dúvidas e benefícios da cirurgia bariátrica


 O Brasil esta no 5° lugar no ranking de pessoas obesas. Algumas já fizeram de tudo, porém não conseguem emagrecer. Em último caso, optam pela cirurgia bariátrica mas, quais são os riscos, cuidados e quem pode fazer?
Segundo o Dr. Fernando Leal Pereira, Cirurgião do aparelho digestivo, a cirurgia é indicada para pessoas obesas com Índice de Massa Corpórea, (IMC), acima de 40 exclusivamente, ou entre 35 e 40 associados com problemas de saúde como, cardiopatias, diabetes, linfedema, apnéia do sono, entre outras. ''Todos precisam ter histórico de obesidade por pelo menos cinco anos, insucesso em tratamento clínico por dois anos e liberação de um psicólogo e nutricionista''.
Para a Dona de casa, Monique Evellyn Bassan, 27 anos, que já chegou a pesar 127 kg, a cirurgia não é a única forma, mas pra quem já tentou de tudo e não alcançou o objetivo para emagrecer, seria a opção.
 Monique afirma que tem medo de fazer a cirurgia. ''Tenho receio por saber que pessoas já morreram, pois pegaram infecção depois do procedimento''.
Dr. Fernando afirma que o maior risco é o de óbito, que é em torno de 0,2%. ''A embolia pulmonar e infecção abdominal grave (sepse) por fístulas norteiam as maiores causas destes. Outros riscos como infecção de ferida operária (em cirurgias abertas) são mais frequentes porém de gravidade infinitamente menor''.
Para a estudante, Keila Cordeiro que tentou várias dietas, tomou remédios controlados e gastou muito dinheiro com tratamentos estéticos, a cirurgia seria a última opção. ''Me vi com 22 anos e pesando 130kg, com muitos problemas de saúde por conta do peso, e como já tinha tentando de tudo e não havia funcionado resolvi optar pela operação. Foi quando entrei na fila do sistema único de saúde, SUS para operar''.
Dr. Fernando completa que os pacientes passam por exames laboratoriais como qualquer cirurgia, fazem avaliação cardiológica, pneumológica, fisioterápica, endoscopia e ultrassonografia abdominal para o preparo cirúrgico. Após a cirurgia, os pacientes devem respeitar as orientações medicas e principalmente nutricionais devido a restrição em volume a ser ingerido.
Antes e depois da cirurgia, Keila Cordeiro fez uso de um aparelho para melhorar a respiração. Após o procedimento usou uma faixa na barriga que dava segurança para andar com pontos e dreno.
Fora estes cuidados, Keila comenta que durante os quatro  primeiros meses pós cirurgia, passou por uma reeducação alimentar. ''No primeiro mês fiz uma dieta de líquido, tomava também um suplemento alimentar e fazia uso de omeprazol e ranitidina. O segundo mês já foi introduzido uma comida mais papinha, e aos poucos fui voltando a comer normalmente''.

A estudante atualmente faz uso de vitaminas via oral e toma uma injeção de citoneurin (analgésico e anti-inflamatório) a cada três meses.
Cordeiro perdeu 60 quilos e afirma que tem mais qualidade de vida. Sua alimentação hoje é normal como de qualquer pessoa. ''Me alimento de  tudo que tenho vontade mas em quantidade menor.  Não tenho mais os problemas de saúde que tinha devido ao excesso de peso. Foi a melhor coisa que já fiz na vida''.
''Vejo cada vez mais pacientes que realmente precisam ser operados tendo os benefícios que a cirurgia oferece. Mudamos não só os hábitos como também atribuímos uma melhora significativa na qualidade”,  finaliza Dr. Fernando Leal Perreira.

Matéria produzida pelo aluno  do 6º termo de Jornalismo, Hélio César Santana, sob a supervisão da docente Flávia Arenales



quarta-feira, 4 de junho de 2014

Floral e estampas são tendência da coleção Outono/Inverno

As peças da nova coleção atendem a todos os gostos e estilos
O Desing de Moda Ed Bordignon, 29,diz que nesta estação, estão em alta desde as calças flare com bocas mais amplas estilo anos 70, até as skinnys com ênfase nos tecidos estampados. Ele diz que a proposta “western”, tem as franjas que estão presentes desde a vestimenta até os acessórios. “Os moletons tomam mais espaço no guarda roupa feminino e entram com a modelagem nos vestidos, blusas, saias, shorts e também nos macacões.”
Comenta sobre os recortes, cortes a laser e também as fendas, estão presentes em alguns detalhes, toma espaço nas peças mais fechadas, tornando a peça mais sexy. Na estamparia, as cores mais usadas são sóbrias e frias. O floral toma conta desta estação.
“A peça icônica dos anos 90 volta com todo poder, as jardineiras, desde os mais curtos até os mais compridos. O todo poderoso pied de poule ou pé de galinha aparece de maneira mais atual e desconstruída. A peça de desejo desta temporada será o suéter, do básico ao cool, aparecendo com pontos mais abertos, dando um estilo mais despojado. Os vestidos de modelagem mais larguinha, ajudam a esconder imperfeições, com inspiração “gypsy”, combinados com botas de cano, que tem influência no movimento hippie e também boêmio, deixando despojado e também charmoso o estilo. Com inspiração college, punk e grunge dos anos 80/90, surge uma modelagem mais clássica, e deixa o look super atual. O xadrez aparece em novos formatos, como nos vestidos longos em tecidos mais leves e fluidos,” completa o Desing.
A empresária, Bruna Martins, 24, diz verifica as tendências em revistas de moda e televisão, pesquisa de cores e modelagens entre outras coisas.
Esclarece sobre as vendas nessa estação. “São menores em questão de giro. Como o nosso clima é quente há uma maior aceitação nas coleções de verão. Sempre o lojista deve fazer uma pesquisa de mercado, e procurar saber o quanto ele vende nessa estação, o público que ele vai atingir, faixa de preço entre outros detalhes para que haja menos erros e fiquem poucas  peças estocadas ,” finaliza.
A Empresária, Carolina Suiter, 27, fala que o que a motiva a comprar são as tendências. “Penso sempre no que vai cair bem no meu corpo, e, para isso, a ajuda do meu espelho é essencial,” comenta a empresária.
Ressalta que acha o inverno chic e sofisticado, principalmente pelas botas e casacos.
            “O valor máximo, que paguei em uma roupa foi em um vestido que custou 560,00 reais. Nas bolsas eu pago mais caro,” finaliza a empresária.

A dona de casa, Marta Nascimento Queirole, 30, diz que compra na maioria das vezes em lojas de departamento. “Com o preço de uma peça de shopping, compro duas em uma loja popular”, aponta.
“Quando eu quero dar uma modificada nas minhas peças, levo a uma costureira e customiza. Eu considero o consumismo como uma doença a ser tratada, pois muitas vezes é usado como válvula de escape, devido a conflitos emocionais,” comenta Marta.
Matéria produzida pela aluna do 6º termo de Jornalismo, Cristineide de Almeida, sob a supervisão da docente Flávia Arenales



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Alunos da Fapepe visitam a TV Record

Estudantes de comunicação tem oportunidades de visitar estúdios de televisão.

No dia 2 de maio, os alunos de comunicação da Faculdade de Presidente Prudente Fapepe, visitaram os estúdios da TV Record em São Paulo.
Segundo o professor e organizador da viagem, Rogério Potinatti, a visita teve como função principal promover o contato dos estudantes com o veículo de comunicação.
Além da visita à TV, os discentes também conheceram a Pinacoteca, onde funciona o museu da resistência, o mercado Municipal e a rua 25 de março.
Para a aluna do 5° termo de publicidade, Débora Tiocci Fernandes,  o local que mais marcou foi a Pinacoteca devido as histórias das pessoas que conviveram ali.
A estudante do 5° termo de jornalismo, Renata Bezerra, conta que gostou muito de conhecer os estúdios dos programas  Cidade Alerta e  Balanço Geral. ''Não imaginava que era o mesmo cenário'', conta Renata e completa 'Amei o pastel do mercadão''.
Estudante do 7° termo de jornalismo, Lilian Siqueira achou a visita muito interessante.
Porem, para Lilian e Alan Faria, do 5º termo, os melhores momentos foram as bagunças na van. “Brincamos, demos risada e esquecemos as preocupações do dia a dia”, contam.
Para finalizar, o docente Rogerio Potinatti enfatiza que, futuramente, haverão outras visitas técnicas. “Os alunos precisam conhecer o funcionamento de grandes empresas jornalísticas”, aponta.
Matéria produzida pelo aluno  do 6º termo de Jornalismo, Hélio César Santana, sob a supervisão da docente Flávia Arenales



Pesquisa aponta presentes mais desejados no dia das mães

Intimidade, e sensibilidade e afetividade ainda lideram ranking
O Dia das Mães é uma data que aquece a economia nacional. Comemorado sempre no segundo domingo de maio, é um momento esperado pelas mães, filhos e comerciantes.
Todos os anos, pessoas saem à procura da melhor forma de presentear aquela pessoa especial que lhes deu a vida, porém, sempre surge a dúvida de como tornar mais doce esse dia tão especial.
 Tablets, sapatos, perfumes, cosméticos são itens que fazem parte da lista de presentes, mas o que está em primeiro lugar no ranking de desejo das mães, são os artigos de moda, seguido por jóias e café da manhã especial, segundo uma pesquisa realizada pelo Mercado Livre, em parceria com a empresa de pesquisas Oh!Panel.
Essa pesquisa caracteriza o desejo de maior intimidade da mãe com a família, cita a mãe de dois filhos, Gersina Bispo. “O importante na hora de comprar um presente para a mãe, é identificá-la, relacionar o objeto comprado com a pessoa presenteada, e acima de tudo a intenção, o amor que é disponibilizado junto ao presente.”
Mas para algumas mães, o reconhecimento está em algo além do estimado, a beleza de ser mãe pela primeira vez, é o caso da dona de casa Carla Marques, 25, que teve seu primeiro filho há sete meses. “Não há nada melhor que acordar e ver o rostinho e o sorriso do seu filho. Vale mais do que qualquer presente comprado”.
Mesmo tendo um acréscimo de lucro de quase 50%, a comerciante Andrea Guedes acrescenta que mais do que o presente, o importante é estar ao lado da mãe no dia a dia. Desta forma, o que você comprar será apenas um complemento do amor que já é ofertado.
Matéria produzida pela aluna do 6º termo de Jornalismo, Marcela Pacheco, sob a supervisão da docente Flávia Arenales