segunda-feira, 8 de outubro de 2012

RG Mídia inova conteúdo publicitário


Empresa prudentina estima um nível de atenção dos usuários que supera TV, rádio e internet
A presença de monitores de televisão em locais inusitados é uma novidade que vem chamando a atenção da população prudentina nos últimos meses. 
Uma das empresas que trabalha com a denominada Mídia Indoor é a RG Mídia, que apresenta em locais fechados tais como hospitais, shoppings e Faculdades, mensagens comerciais e notícias jornalísticas, além de quadros sobre “pitacos” de futebol, agenda cultural e previsão do tempo.
 A Faculdade de Presidente Prudente, também aderiu à iniciativa, e implantou dois monitores na instituição educacional próximo à biblioteca e a cantina.
De acordo com o proprietário da RG, Guilherme Florez, o índice de atenção retido pelos monitores da RG Mídia, ultrapassa 94%, o maior nível se comparado a qualquer outro meio de comunicação.
Para o aluno do 6º termo de Jornalismo, Sidney Sanches Neto,  a ideia de apresentar propagandas de empresas em locais onde geralmente a população fica ociosa, é inteligente, pois, nesse momento, o público busca distração e tende a prestar muita atenção”.
Sidney ainda frisa que as notícias apresentadas pelos monitores da RG Mídia complementam o conhecimento. “Normalmente não temos muito tempo para ler jornais ou assistir os noticiários e, as informações da mídia indoor são de grande auxílio”, expõe.
Os monitores da RG Mídia são encontrados em ônibus coletivos, centros comerciais, bancos e instituições educacionais.
Matéria produzida pelo aluno do 6º termo de jornalismo, Alécio de Jesus Oliani
          Disciplina: Agência de Notícias
          Supervisão: Prof. Flávia Arenales

O uso de esmaltes como acessório aumenta a cada estação


Hoje em dia as mulheres não se preocupam somente com cabelos, roupas e sapatos. O que vem chamando a atenção são os esmaltes, que a cada estação apresentam uma enorme variedade de cores e estilos.
De acordo com a proprietária da loja de acessórios, Juliana Pereira, antigamente as opções eram menores. A cada dia surgem novas cores e tons diferentes e, até mesmo acessórios que deixam a unha diferenciada.
Explica Pereira que, para esta nova estação, as cores claras com nomes que lembram doces infantis estarão em alta tais como pirulito, bolo, confeti entre outros, diz. “O importante é a loja estar em dia com os lançamentos porque na minha loja, 80% das vendas são de esmaltes”, afirma.
Juliana conta que, atualmente, as cores mais vendidas são o preto, renda, vermelho e esmaltes com glitter. “Nesta estação as mulheres estão usando muitos os acessórios de unha tais como o caviar e veludo. Essa nova tendência traz sofisticação para as mulheres”, aponta.
Para as pessoas alérgicas, existem esmaltes apropriados. “Algumas marcas conhecidas são o Impala, Argento e Lindorama que podem ser usados sem causar problema de reações adversas”, finaliza.
 Matéria produzida pela aluna do 6º termo de jornalismo, Ana Paula Cardoso
          Disciplina: Agência de Notícias
          Supervisão: Prof. Flávia Arenales

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

E se a mania pega?


Vivenciamos dias de greve quase que ininterruptos. Em busca de direitos, professores, policiais federais, banqueiros e funcionários dos correios cruzam os braços. E quem sofre com essa paralisação?
Em meio a todo esse furacão, a sociedade fica refém e nada pode fazer. Nossos representantes não cumprem as promessas e às vezes tentam maquiá-las. Mas está chegando as eleições e os políticos querem ficar no topo.
Esse é o momento em que sorriem ao lado das crianças, abraçam velhinhos, conversam com pessoas que nunca olharam no rosto para dizer um bom dia e algumas vezes, distribuem dinheiro enquanto pedem voto.
E se o eleitor entrasse na onda dos correios, banqueiros, professores e policiais fazendo uma greve de voto? O que aconteceria se no dia 7 de outubro todos os eleitores resolvessem não sair de casa?
Infelizmente, vivemos em um país onde o voto é obrigatório. Somos forçados a escolher representantes que possivelmente vão nos trair no futuro.
Mesmo sem entender sobre política, escolhemos homens e mulheres que receberão altos salários, férias estendidas e que irão desviar verbas ou, então, votamos em forma de protesto naqueles que fazem da campanha um show de vale-tudo, com músicas grudentas ou bordões engraçados.
Portanto, se vivemos em um caos onde é preciso parar uma categoria, um serviço ou uma cidade para cobrar nossos direitos, uma greve do voto seria uma solução para a melhoria da política brasileira.
Matéria produzida pelo aluno do 6º termo de jornalismo, Victor Hugo Santos 
Supervisão: Prof. Flávia Arenales

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A polêmica do Dízimo


Questão delicada gera impasse entre religiosos

A questão do dízimo gera estranheza em muitos cristãos. Em muitas igrejas, os fieis contribuem com o ato e, em outras, há certa resistência.
 “Muitos fiéis são contra o pagamento pelo fato de achar que o dízimo é para o sustento dos padres. Essas pessoas deveriam saber que o dinheiro recolhido arca com o pagamento de funcionários, conta de água, luz, impostos e custos de obras que são feitas para a melhoria da comunidade”, explica o pároco da cidade de Mirante do Paranapanema, padre Paulo Cesar.
O padre conta que alguns fiéis acham que o dízimo é uma obrigação, um tipo de caridade, mas estão totalmente enganados. “Dizimo não é pagar, é devolver, agradecer”, diz.
Completa o padre que poucas pessoas são a favor da contribuição do dízimo, de ajudar na melhoria das obras sociais. “Dar o dízimo é um conceito do Velho Testamento, era exigido pela lei na qual todos os israelitas deveriam dar ao tabernáculo/templo, 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem’’, conta.
As igrejas evangélicas também seguem este tributo. De acordo com a fiel Irene Aparecida, o dízimo e a oferta são bem diferentes. “A oferta é uma doação sem compromisso e o dízimo é um compromisso, uma fonte de benções para obra de Deus”.
Finaliza Irene que poucas pessoas têm a consciência de que a igreja precisa desta ajuda. ”Tudo o que a igreja constrói é com o dinheiro do dízimo”.
 Matéria produzida pela aluna do 6º termo de jornalismo, Ana Paula Cardoso
Disciplina: Agência de Notícias
Supervisão: Prof. Flávia Arenales





Quarentões no alvo da moda

                               Tendências e estilo agradam pessoas de todas as idades


Hoje em dia, a moda não tem restrições de idade e sexo. Qualquer pessoa pode ficar por dentro do que está em alta, sem se tornar um escravo das tendências.
Mulheres mais velhas, sem ânimo de se vestir bem, voltam a ter  esperança em peças e coleções feitas especialmente para elas. Na Faculdade de Presidente Prudente – (Fapepe), é possível observar pessoas de todas as idades e estilos.
A estudante do 7º Termo do curso de Letras, Maria Bezerra, 40, conta que antigamente usava vestidos. “Atualmente, escolho nas lojas peças que combinem com minha idade e estilo. Posso chegar a uma loja de roupas e ver o que fica bem no meu corpo sem parecer uma senhora que quer ser uma menininha” ressalta Sofia.
O lojista Emanuel da Silva relata que a maioria das peças adquiridas em seu empreendimento são para mulheres acima dos 50 anos. “O grande trunfo da minha loja são as variedades de peças que atraem as pessoas desta faixa etária”, exclama.
Silva explica que variedade de peças não se refere a uma infinidade de modelos iguais e sim, variedade de estilos. “As mulheres mais velhas e fora dos padrões ditados pela moda querem encontrar peças que lhe caiam bem, com diversidade de cores e detalhes. “Acima dos 40, as clientes chegam na loja com um look pronto na imaginação. Para atrair esse público, é necessário se colocar no lugar do outro e imaginar as peças que elas vão gostar”,  brinca.
Com mulheres lindíssimas passeando pelos corredores da Fapepe é difícil distinguir quem tem mais de 40 anos. A grande preocupação de pessoas nesta faixa etária é estar bem, não só para os outros, mas para si mesmas.
 Matéria produzida pela aluna do 6º termo de jornalismo, Caroline Maria Ramos
Disciplina: Jornalismo Impresso
Supervisão: Prof. Flávia Arenales

Risco como Profissão


Controle emocional, preparação física e capacidade para lidar com situações adversas, são características obrigatórias para um oficial da PM

A profissão do policial militar exige que ele trabalhe nas mais diversas condições, horários, ambientes e situações. Ele deve estar apto a relacionar-se educadamente com o cidadão comum e usar a força física para conter qualquer pessoa que se proponha a infringir a lei.
Normalmente o PM executa o patrulhamento de trânsito, florestal e de mananciais, rádio patrulha aérea e terrestre e garante a segurança interna de estabelecimentos penais do Estado.
Uma das principais responsabilidades deste profissional é fazer com que as leis, ordens, instruções e regulamento sejam cumpridos, sendo um profissional íntegro, leal e eficaz na hora de executar as funções que dizem respeito ao seu cargo.
Trata-se de uma profissão que envolve uma série de riscos. O militar está sujeito a lesões corporais, estresse, invalidez permanente e até mesmo morte durante o exercício de sua função.
Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), condenou o Estado a indenizar um Agente de Segurança Penitenciário (ASP) por ter sido feito refém durante uma rebelião de presos em 2006. O ASP teve os olhos vendados, mãos amarradas e foi ameaçado de morte constantemente com um estilete no pescoço, que lhe causou transtornos emocionais. A quantia recebida é equivalente a pouco mais de 160 salários mínimos.
Essa profissão é um trabalho que deve ser desejado por pessoas que possuam espírito público e que possam colocar a vida de outras pessoas em primeiro plano de maneira generosa.
Matéria produzida pelo aluno do 6º termo de jornalismo, Victor Hugo Santos 
Disciplina: Jornalismo Impresso
Supervisão: Prof. Flávia Arenales


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Grupo Educacional UNIESP promove integração social


Bolsas de estudo permitem acesso universitário a estudantes de baixa renda

O grupo educacional UNIESP promove há vários anos um trabalho social importante. A instituição oferece bolsas de estudo à estudantes que não podem arcar com o valor integral das mensalidades.
Existem várias possibilidades de bolsas, como convênios com instituições e prefeituras que oferecem bônus de até 50%, além do ProUni, com mensalidade sem custo, e o FIES, financiamento, onde o aluno paga a faculdade após a formatura, ambos, programas do governo federal.
A egressa de serviço social, Maria Beatriz da Cruz, 47, enfatiza a importância da disponibilização de bolsas de estudo, e relembra como foi útil para sua formatura: “Sempre sonhei cursar o nível superior, porém, antes da Fapepe, não havia oferta de bolsas e o custo das mensalidades era muito alto. Por isso, quando soube da possibilidade de estudar por um preço acessível, prestei o vestibular”, conta  .
O Grupo Educacional UNIESP possui convênios com empresas, sindicatos e entidades assistenciais, que oferecem concessão de bolsas de estudo aos conveniados. Além disso, participa ativamente de todos os programas públicos de apoio estudantil criados e mantidos pelos Governos Federal, Estadual e Municipal
Matéria produzida pelo aluno do 6º termo de jornalismo, Sidney Sanches Neto
Disciplina: Jornalismo Impresso
         Supervisão: Prof. Flávia Arenales